Research

Título: Jovens e o Consumo Político

Autores:Lívia Barbosa, Fátima Portilho, John Wilkinson, Veranise Dubeux e Layla Miranda
Financiamento: Faperj/APQ1 e CNPq (Bolsa Pibic)
Início: 2010
Situação Atual: Em andamento
Resumo: Os estudos sobre participação e ação política costumam focar exclusivamente as formas tradicionais, institucionalizadas e coletivas de ação que têm por alvo o sistema político per se, correndo o risco de deixar de fora novos repertórios de participação política como, por exemplo, o consumo político.
Mas como capturar este tipo de engajamento? Como medir ações informais, privadas e não-institucionalizadas que estão nas bordas das arenas políticas clássicas?
Consideramos que a suposição de que o consumo político está se tornando parte do repertório de participação política requer demonstração sistemática, através de dados empíricos, que demonstrem que as práticas de consumo de um indivíduo podem ser realmente motivadas por questões políticas ou éticas e que são uma forma consistente de comportamento, podendo ser mensurada e estudada.
Com essa intenção, estamos desenvolvendo uma pesquisa piloto, do tipo survey, intitulada “Jovens e o Consumo Político”, correlata à pesquisa “Political Consumption – Politics in a New Era and Arena”, coordenada pela Profa. Dra. Michele Micheletti, da Karlstad University, da Suécia, em três países: Suécia, Canadá e Bélgica, cujos resultados foram publicados no artigo Politics in the Supermarket: Political Consumerism as a Form of Political Participation (http://ips.sagepub.com/content/26/3/245.abstract), de Dietlind Stolle, Marc Hooghe & Michele Micheletti (International Political Science Review, 2005; 26; 245-69).
A pesquisa brasileira tem por objetivo analisar percepções, interesses, confiança institucional e práticas políticas de jovens brasileiros, incluindo o consumo político, em três etapas:
1- Survey representativo nacional com jovens entre 17 e 29 anos, das classes de renda A, B, C e D
2- Grupo Focal
3- Pesquisa etnográfica

Título: Estudos do Consumo no Brasil

Autores:Fátima Portilho, Flávia Galindo e Marcelo Castañeda
Participação: A pesquisa contou com a participação de:
Carla Belas, Karla Ramirez, Marlon Mendez, Renato Carvalheira, Vânia Almeida, Camila Batista, Daniel Coelho, Patrícia Gonçalves, Roberto Luis de Carvalho, Luciano Bispo, Marcos Aguiar de Souza e Lívia Barbosa
Financiamento: -
Início
: 2009
Situação Atual: Em andamento
Resumo: Visando a mapear e analisar a construção do campo de Estudos do Consumo no Brasil e considerando que diversos autores vêm apontando uma certa negação do consumo como campo de investigação das ciências sociais, explicada em parte pela tradição produtivista e moralista das ciências sociais, a pesquisa partiu do princípio que está em construção um campo de Estudos do Consumo no Brasil. Partiu do princípio também que este campo já se encontra consolidado nas ciências sociais produzidas nos países europeus e nos EUA.  Na primeira etapa, os autores realizaram um mapeamento e uma análise de conteúdo dos papers apresentados nos congressos das áreas das Ciências Sociais brasileiras (SBS, Anpocs, Aba, Enec e Anppas), nas décadas de 80, 90 e 2000.

Título: Padrões de consumo, convergência econômica e pegada de carbono do desenvolvimento: comparação BRASIL-FRANÇA ECOPA: o enfoque da antropologia

Autores: Laura Graziela (Coordenador), Shirley Alves Torquato e Hilaine Yaccoub

Professores Apoiadores: Lívia Barbosa, Fátima Portilho e John Wilkinson
Financiamento: Faperj
Início: 2013
Situação Atual: Em andamento
Resumo: Este projeto de pesquisa faz parte de um projeto mais amplo – a ECOPA – cujo objetivo principal é comparar a dinâmica de desenvolvimento e mudanças no estilo de vida de um país “velho” industrializado e urbanizado, como a França, e um país “emergente”, o Brasil, com um desenvolvimento industrial mais recente, mas com uma taxa de urbanização que excede a da França.1 A equipe de Antropologia propõe realizar estudos com diferentes grupos sociais em suas respectivas localizações na cidade do Rio de Janeiro e Niterói (incluindo favelas), através de uma abordagem empírica e etnográfica, de modo a obter dados qualitativos que permitam a compreensão dos processos e práticas de consumo das famílias por nível de renda e localização. Para tanto, será feito um acompanhamento sistemático (observação direta, entrevistas em profundidade) quanto aos estilos de vida levados por esses grupos, enfatizando os processos de consumo – modos de aquisição, de uso e descarte de bens – a fim de contribuir para o desenvolvimento de uma matriz que traduza o estilo de vida nas dimensões monetárias, físicas e ambientais (energia e as emissões de GEE) a ser produzida em conjunto com as demais equipes que compõem o projeto, conforme citado anteriormente.

Natureza: Pesquisa.


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